59% condenam academias, salões e igrejas como atividades essenciais

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JOAO AGUIAR

DA REDAÇÃO

A maioria dos internautas que respondeu à enquete realizada pelo nesta semana afirmou que não considera igrejas, academias e salões de beleza como atividades essenciais. Na enquete, 59,78% votaram pelo “não”, enquanto 38,95% consideraram os serviços fundamentais. 1,27% preferiram “não opinar”.

Com o colapso enfrentado na Saúde de Mato Grosso, a população tem questionado o que deve e o que não ser considerado serviço essencial. 

O Governo de Mato Grosso instituiu medidas de restrição em funcionamento do comércio, em cidades com alto nível de contágio de coronavírus. Essas restrições seguem a classificação de serviços essenciais determinadas pelo Governo Federal, que incluem salões de beleza e academias. Recentemente o Governo Federal também instituiu as igrejas como fundamentais.

Em Mato Grosso, desde o dia 31 de março as igrejas são consideradas como serviço essencial, por lei sancionada pelo governador Mauro Mendes (DEM).

A decisão foi seguida pelo prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) ao publicar o decreto de quarentena até o dia 9 de abril.

A quarentena na Capital continua até a sexta-feira. Nesta semana, o município saiu da classificação de risco muito alto para a contaminação do coronavírus do Boletim Informativo da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT).

Com Cuiabá classificado em risco alto ocorre a possibilidade de a quarentena obrigatória não ser prorrogada no município, devido às medidas indicadas de restrição serem menos rígidas a essa classificação, ou seja, as atividades “não essenciais” podem voltar a funcionar em breve.  

 

Repórter MT


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