A verdade deve prevalecer | ReporterMT

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Justamente quando todos os esforços se agregam em defesa da cidade que amamos, recebemos mais um ataque à gestão Emanuel Pinheiro.

Enquanto nós, do Município, atuamos em uníssono, para defender os que mais precisam, os que não tem acesso a mídias sociais, internet, ou mesmo a um prato de comida, nos deparamos com essa situação.

É preciso lembrar que a política de assistência social é uma política de direito do cidadão, não devendo ser apequenada a ato de politicagem, como claramente foi reduzida.

Uma ação mesquinha, em detrimento de tantas perdas causadas pela pandemia (mais de duas mil mortes em Cuiabá), em um evidente desrespeito aos trabalhadores da Assistência que se esmeram todos os dias, que estão na linha de frente, tendo como premissa ajudar quem vive em situação de vulnerabilidade social.

São esses trabalhadores do Sistema Único de Assistência que são agredidos mediante tantas mentiras jogadas ao vento.

Oportuno seria a preocupação por parte do Governo do Estado com a inserção desses trabalhadores no Plano de Imunização a Covid19. Pertinente seria ainda lembrar quanto a redução do cofinanciamento federal para assistência social e a importância da ampliação dos serviços socioassistenciais. Esses apontamentos é que devem pautar o real debate nesse momento.

isitar o aterro sanitário uma vez no ano, foto com imagem de entrega de marmitas, nem de longe traduzem a complexidade das políticas públicas que executamos todos os dias.

Por exemplo, em apenas um ano foram servidas mais 133,2 mil refeições à população em situação de rua. A produção de nossa padaria comunitária mantém uma produção de mais de noventa mil unidades.

Justamente, em meio a esse cenário caótico, a gestão é “soterrada” com inverdades, com um ataque nefasto quando o olhar deveria se voltar para a comunhão, para o que realmente se faz premente.

Por isso, convido a primeira dama de Mato Grosso, Virgínia Mendes, a dialogar com a Prefeitura de Cuiabá, a buscar o conhecimento direto da fonte. Imperioso lembrar que em 2017, quando uma nova gestão assumiu a capital, se deparou com números ínfimos. Podemos apontar que apenas 720 meninas eram atendidas pelo Siminina. Hoje, esse montante saltou para 1582.

Apesar do ano atípico em virtude da pandemia do coronavírus, as equipes técnicas elevaram para 356.440 (em 2020) o número de atendimentos a pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional. Já o número de famílias e/ou indivíduos atendidos ao ano, em situação de vulnerabilidade social chegou a 153.076, superando a projeção inicial de 81,6 mil.

Outro ponto que obteve destaque trata-se da criação do Hotel Albergue. Por meio de uma parceria inédita com uma rede de hotéis de Mato Grosso foi possível aumentar a capacidade de acolhimento para a população em situação de rua, reduzindo a propagação da Covid19. Foram disponibilizadas 120 vagas, ampliando para 270 a capacidade, incluído os três albergues municipais.

Além dos atendimentos que já eram realizados nas unidades, nessa pandemia foram concedidos benefícios como entrega de kits proteicos, cestas básicas, bem como o auxílio por meio da Renda Solidária, onde foram pagas três parcelas no valor de R$ 500 para catadores de recicláveis, carroceiros, motoristas de vans, ambulantes e feirantes.

Quem tem trabalho a apresentar, como nós temos, nada teme. Pelo contrário, penso que esse fato – justamente – é o que cause grande incomodo. Cuiabá é referência nacional em ações às mulheres, na proteção e qualificação. Só para elencar…

Mediante as ponderações elencadas, impossível não considerar as acusações como desrespeitosas, politiqueiras e demagogas.

Surgem no momento em que a população cuiabana sente na pele à desassistência do Estado, quando é deixada de lado, segregada pelas ações sociais da gestão Mauro Mendes. Quem afirma amar a capital não pode agir dessa forma, mascarando a verdade, deixando de escanteio as pessoas em situação de vulnerabilidade social por mera ’picuinha política’. Quem ama Cuiabá não pode somente empregar para palco a rede social, deve sujar as mãos, perder noites de sono.

O que de fato nos importa é manter o foco, o trabalho social por quem realmente precisa. Ao gestor, interessa o fomento às famílias, potencializar e assegurar instrumentos para melhorar a vida das pessoas e, não, um debate no cenário virtual.

Vamos manter a discussão em alto nível. Venha dialogar. Não se limite a um cenário confortável no mundo virtual. A Secretaria de Assistência está à disposição. Por fim, relembro ainda que a gestão Emanuel Pinheiro é atacada porque trabalha. Válido lembrar que foi a gestão Emanuel Pinheiro que abriu 155 leitos de UTI exclusivos para Covid, atendendo a população de todo estado. Sozinha, a capital concentra 30 por cento dos leitos de UTI mantidos em Mato Grosso. Mantém ainda cem por cento dos leitos de UTI pediátricos.

Por fim, voltemos ao trabalho agora, que é realmente o que nos importa. Não há mais tempo a perder.

Helle Ferreira é servidora pública e assistente social.

Repórter MT


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