Botelho promete buscar solução: ‘Não estou com a consciência tranquila, eles estão sofrendo’

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MÁRCIA MATOS

MAJU SOUZA

  Após a votação na sessão ordinária desta quarta-feira (10), em que os deputados mantiveram o veto do Governo do Estado ao o Projeto de Lei Complementar (PLC) 36/2020, que colocava fim à cobrança de 14% da aposentadoria dos servidores inativos até o valor do teto do INSS que é de R$ 6.101, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM) declarou à imprensa, que não está com a consciência tranquila, por ter ficado mantido o desconto a quem ganha menos e por isso vai buscar junto ao governador Mauro Mendes (DEM) a elaboração de outro projeto para que a categoria não seja prejudicada.

“Agora temos que encontrar uma saída para esses servidores, porque muitos deles estão sofrendo”, defendeu.

A proposta segundo ele, precisa vir do governo para que não seja inconstitucional.

“Eu Botelho, não estou com minha consciência tranquila. Esse projeto foi lesivo a essas pessoas que ganham pouco e precisamos rever isso. Pode fazer isenção de quem ganha menos e cobrar mais de quem ganha mais, alguma coisa assim. Acredito que o governador tem essa sensibilidade. Ele já disse para mim que entende que houve prejuízo a essas pessoas e acredito que ele vá fazer uma mudança”, declarou Botelho ao comentar sobre a proposta que visa construir junto ao Governo do Estado.  

A manutenção do veto por 11 votos a 12, segundo Botelho, ocorreu porque os deputados sabiam que a medida era inconstitucional e por ser proposta pela Assembleia e se o veto fosse mantido, o governo iria recorrer à Justiça e ganhar a causa. Com isso, para Botelho, o melhor caminho é buscar entendimento com o Executivo.

 

Repórter MT


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