Chefe do Gaeco e atual “vice” devem disputar o comando do MPE

Ambos começaram a se movimentar dentro do órgão; posse será em fevereiro de 2023
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O chefe do Gaeco, procurador Roberto Turin, e o atual subprocurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz
MidiaNews – O chefe do Gaeco, procurador Roberto Turin, e o atual subprocurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz

ESCOLHA EM DEZEMBRO

Dois membros do Ministério Público Estadual (MPE) já começaram a se movimentar para disputar a sucessão na chefia do órgão que hoje é comandado pelo procurador-geral de Justiça José Antônio Borges. A eleição está prevista para ocorrer em dezembro deste ano e a posse, em fevereiro de 2023.

Estão se articulando pela vaga o chefe do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), procurador de Justiça Roberto Turin, e o atual subprocurador-geral de Justiça Deosdete Cruz Júnior.

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A informação foi dada pelo coordenador do Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco), procurador de Justiça Domingos Sávio, durante visita à Assembleia Legislativa nesta semana.

“Os dois são grandes colegas, têm história no MPE e tenho certeza que tanto um quanto o outro saberão conduzir os destinos da nossa instituição

“Já temos alguns colegas se articulando. Roberto Turin, Deosdete, sei que ambos têm pretensão de serem procuradores-gerais. E eu fico feliz porque os dois são grandes colegas, têm história no MPE e tenho certeza que tanto um quanto o outro saberão conduzir os destinos da nossa instituição”, disse.

Segundo Domingos Sávio, no MPE, assim como nas eleições gerais na política, as campanhas começam com antecedência por parte dos pretensos candidatos.

“Lá tem uma coisa mais ou menos assim que, depois que a pessoa assume um compromisso de votar em um, não muda mais. Então, os candidatos começam a correr muito cedo para pegar os compromissos de cada um”, explicou.

Questionado se também poderia disputar o comando do órgão, o procurador negou. Segundo ele, o trabalho desenvolvido pelo Naco – que investiga processa criminalmente os agentes públicos que têm foro no Tribunal de Justiça – é exaustivo e ele está focado em encerrar o seu trabalho e repassar o comando em fevereiro do ano que vem.

“Eu estou pensando em concluir meu trabalho no Naco da melhor forma possível. Cada vez a gente está aprimorando mais aquele órgão. Quero deixar ali a minha contribuição para que a partir de fevereiro alguém assuma, porque depois de quatro anos eu estou um bocado cansado”, disse.

LISLAINE DOS ANJOS
MIDIA NEWS

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