Dilmar cita melhora em sigla de Mendes, mas ainda avalia troca

Deputado afirmou que ainda não descartou os convites recebidos do MDB, PP e PSDB
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O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Dilmar Dal'Bosco, que pode deixar o União Brasil
Daniel Meneguini/Assessoria

DESCONFORTO NO UNIÃO BRASIL

Líder do Governo na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Dilmar Dal’Bosco (União Brasil) afirmou que, apesar de a decisão do até então chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, de assumir coordenação do partido no Estado dar esperança de organização aos filiados, seu futuro político na sigla segue indefinido.

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Nesta quarta-feira (24), Carvalho anunciou o seu desligamento da Pasta durante visita à Assembleia Legislativa. Na ocasião, afirmou que irá focar na definição das chapas para deputado estadual e federal na sigla – algo que tem preocupado os correligionários que pretendem concorrer nas eleições deste ano.

“Eu acho que melhora a situação, porque agora vai ter uma pessoa disponível para resolver questões partidárias. Antes, a gente não tinha”, afirmou Dilmar, que deve anunciar até a próxima semana se irá sair do partido.

Agora vai ter uma pessoa disponível para resolver questões partidárias. Antes, a gente não tinha

“Temos que ter diálogo, conversa. Na terça-feira entramos e saímos a reunião do mesmo jeito, nada ficou definido”, reclamou, pontuando que “entrou mudo e saiu calado” do encontro entre as lideranças do União Brasil, realizada no Palácio Paiaguás.

O deputado, que já havia feito críticas à falta de condução do partido – que segue sem Diretório Estadual montado e sem CNPJ (o que garante o envio de recursos partidários) –, disse que ainda não desistiu da ideia de mudar de legenda, com vistas a garantir a sua reeleição no Legislativo.

Ainda ontem, ele conversou novamente com o presidente estadual do MDB, deputado federal Carlos Bezerra, de quem já havia recebido convite para mudar de sigla.

Conforme o próprio Dilmar, ele também teve novas discussões sobre convites ainda com o deputado federal Neri Geller, que lidera o PP, e o deputado estadual Carlos Avallone, que preside o PSDB em Mato Grosso.

“Eu vejo comentário de secretário de Estado querendo sair do partido. Se secretário que está trabalhando na pasta, está com recurso financeiro, distribuindo dinheiro no interior do Estado, quer sair. Qual é a dificuldade para a gente sair também?”, questionou.

Apoio a Mendes

O deputado negou que a mudança de legenda, caso ocorra, implicaria em sua desistência do cargo de líder do Governo na Assembleia, apontando que tal definição cabe ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

No entanto, ressaltou que seguirá defendendo a reeleição do chefe do Executivo.

“Eu sou Mauro Mendes. Eu defendo a candidatura à reeleição do governador Mauro Mendes independente do partido que eu estiver”, completou.

LISLAINE DOS ANJOS
MIDIA NEWS

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