Homem torturou e matou idoso de 81 anos para roubar R$ 4 mil

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MÁRIO ANDREAZZA

DA REDAÇÃO

Fernando Figueiredo Santana, 23 anos, envolvido no latrocínio do idoso José Pereira Netto, 81 anos, mais conhecido como ‘Zé Raizeiro’, foi preso durante uma ação conjunta da Força Tática com investigadores da Polícia Civil na manhã deste domingo (14), nas mediações da rodoviária, Centro de Tangará da Serra (241 km da Capital).

O crime foi registrado na madrugada de sexta-feira (12), um dia depois de Zé completar mais um ano de vida, no estabelecimento da vítima. O cadáver foi encontrado no início da manhã, por uma funcionária da loja, onde vendia ervas medicinais.

As Polícias Civil e Militar trabalhavam em buscas constantes desde o crime. Na manhã deste domingo, o Setor de Inteligência da polícia recebeu informações de que Fernando estaria circulando pelas proximidades da rodoviária. As equipes se deslocaram para a região e pouco tempo após iniciarem as buscas localizaram o acusado.

“Ele confessou a participação nesse crime bárbaro, que está sendo tipificado agora, com a prisão em flagrante. Latrocínio é o crime mais grave previsto na nossa legislação, com pena de reclusão que varia de 20 a 30 anos. O flagrante vai ser encaminhado para apreciação do Judiciário juntamente com a representação pela prisão preventiva, para que não corra o risco deste cidadão ser liberado”, afirmou o delegado Adil Pinheiro ao G1.

Fernando foi identificado após a polícia analisar imagens gravadas por câmeras de segurança de estabelecimentos vizinhos à loja da vítima, onde, de acordo com a gravação, o assassino pulou o muro para invadir o estabelecimento de Seu Zé, permaneceu por 55 minutos e depois saiu ‘tranquilamente’.

Uma testemunha, identificada no andamento das investigações, teria relatado que Fernando sabia que a vítima estaria sozinha na loja naquele horário, facilitando a execução do crime.

Segundo o acusado: “a intenção era roubar o dinheiro que o idoso guardava no cofre, cerca de R$ 4 mil, o qual já tinha o conhecimento”.

As investigações continuam, já que os investigadores ainda apuram a participação de pelo menos mais duas pessoas no latrocínio, possivelmente ex-funcionários de José.

Repórter MT


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