Justiça pede manifestação para prorrogar inquérito que investiga Fagundes sobre caixa 2 pago pela JBS

Compartilhe Nossas Notícias

A juíza Gabriela Carina Knaul de Albuquerque e Silva, da 51ª Zona Eleitoral de Cuiabá, determinou que o Ministério Público (MPE) se manifeste sobre pedido da Polícia Federal (PF) para concessão de mais prazo em inquérito que investiga o senador de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL).

Inquérito policial que investiga recebimento de R$ 300 mil nas eleições de 2014. Informação foi delatada pelo colaborador premiado Joesley Batista, sócia da JBS.

Ainda conforme informações do inquérito, montante foi repassado em espécie “de modo a ocultar a origem do valor “ e o dinheiro serviu para caixa 2 de campanha eleitoral. Há indícios ainda de lavagem de dinheiro.

“Autos ao Ministério Público Eleitoral para apreciação do pedido de dilação de prazo. Retornando os autos e havendo concessão, remessa direta à Polícia Federal para prosseguimento das investigação, sem colheita de novo despacho”, determinou Gabriela Carina.

Em decisão anterior, o juiz Jorge Alexandre Martins Ferreira negou pedido de senador e manteve sem sigilo em inquérito policial. “Não há nos autos elementos informativos que possam, de alguma forma, atingir a esfera de privacidade e intimidade do peticionante de modo a recomendar a imposição de sigilo à tramitação das investigações. Não se postulou nem houve deferimento de medidas probatórias cautelares que pudessem expor dados fiscais, bancários ou telefônicos”, afirmou.

O magistrado esclareceu ainda que o caso destoa de outro em que houve decretação de sigilo, “visto tratar-se de pedido formulado por quem já detém mandato eletivo, excluído, portanto, do atual processo eleitoral”.

OLHAR DIRETO



AconteceMT


Compartilhe Nossas Notícias