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Vigilância Ambiental reforça pedido para moradores não usar armadilhas ovitrampas como vasos ornamentais
Olhando assim parece um vaso para plantas. Mas só parece. Ou, como viralizou no meme “é sabor vaso”. Na verdade, o “vasinho” em questão tem uma fun...
18/08/2026 11h07
Por: Redação Fonte: Prefeitura de Sorriso - MT

Olhando assim parece um vaso para plantas. Mas só parece. Ou, como viralizou no meme “é sabor vaso”. Na verdade, o “vasinho” em questão tem uma função mais ampla do que ornamentar: trata-se da armadilha ovitrampas é uma ferramenta estratégica que permite identificar precocemente áreas com maior risco de proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e Chikungunya.

Contudo, como alerta a coordenadora de Vigilância em Saúde Ambiental, Claudete Damasceno, cenas como essa da fotografia tem siso cada vez mais comuns: moradores tem usado a armadilha para plantar flores. A prática impossibilita a coleta e leitura dos dados, essenciais para um planejamento mais eficiente das ações que a partir da coleta são direcionadas para os pontos cruciais.

“Pedimos aos moradores que não usem o recipiente para ornamentar e plantar flores: a função dele é coletar dados que norteiam os pontos com maior índice de Aedes aegypti”, frisa Claudete.

A coordenadora reforça que “as ovitrampas são essenciais para podermos identificar onde o mosquito está se reproduzindo com maior intensidade. A partir desses números, conseguimos direcionar melhor nossas equipes, intensificar as ações nos bairros mais críticos e orientar a população sobre a importância de eliminar qualquer foco de água parada”, destaca.

Então, nada de aproveitar o vasinho para plantar uma mudinha.

Hoje, Sorriso conta com 567 armadilhas – os vasinhos – espalhados pela cidade para o levantamento das informações. “Precisamos do apoio da população para realizarmos esse trabalho, por isso pedimos que não mexam nos recipientes, todos eles tem indicação e contam com uma tarja destacando a função e o lembrete de não mexer”, salienta.

A Secretaria Municipal de Saúde aproveita para reforçar que oenfrentamento ao Aedes aegypti é uma responsabilidade compartilhada. A colaboração da comunidade, com cuidados simples no dia a dia, como manter quintais limpos, descartar corretamente recipientes e permitir o acesso dos agentes de saúde, é fundamental para reduzir os focos e proteger a saúde da população.