
O caminhoneiro, Reinaldo Nazaro Nora, de 65 anos de idade, apontado como responsável pelo acidente que matou a mãe e filha, Jamilly Gabriele Fonseca Tisott, de 18 anos, e Liz Antonella Lemes Arnold, de três anos, negou ter realizado manobra de ultrapassem em local proibido. O pai da criança, que foi socorrido em estado grave, também morreu após dar entrada no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). O acidente ocorreu na última terça-feira (1°) na BR-364, em Jangada (a 76 km de Cuiabá).
Em depoimento na Delegacia de Rosário Oeste, o caminhoneiro alegou que a pista estava molhada e fez com que a carreta deslizasse sobre a rodovia, provocando a colisão lateral com a caminhonete S10, ocupada pela família. O carro ficou destruído e, com o impacto, foi arremessado para as margens da pista.
A mãe e a criança tiveram a morte confirmada ainda no local. Já o homem, que não teve a identidade revelada, foi encaminhado inicialmente ao Pronto Atendimento de Jangada e posteriormente transferido para o Hospital Municipal de Cuiabá, onde morreu. Ele conduzia a caminhonete.
No interrogatório, o caminhoneiro negou estar alcoolizado no momento do acidente e contou que pouco antes da colisão, outra carreta que estava à sua frente, também havia deslizado sobre a pista molhada, o que o fez reduzir a velocidade. No entanto, ao reduzir, o veículo teria patinado e, consequentemente, invadido a pista contrária.
Inicialmente, a Polícia Civil estava atribuindo a causa do acidente a uma tentativa de ultrapassagem do caminhoneiro em um trecho proibido. Ele foi autuado e preso em flagrante pelo crime de homicídio qualificado tentado.
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