Padre: Sacrifícios só têm valor acompanhados de caridade

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MAJU SOUZA

DA REDAÇÃO

O coordenador Pastoral da Arquidiocese de Cuiabá, padre Francisco Amaral, falou com o sobre a Quaresma, período em que os católicos se voltam em jejum, oração e penitência, enquanto se preparam para Páscoa.

O padre destacou que, no entanto, esses sacrifícios só são válidos se, além do jejum e penitência, os fieis fizeram também caridade, do servir a Deus e ao próximo.

“A caridade está acima dos atos externos e os próprios atos, só tem o seu valor sobrenatural se forem realizados na dimensão da caridade. Por isso, os pequenos sacrifícios precisam ser oferecidos por amor”, explicou.

Porém, argumentou o padre Francisco, “que não seja esta uma justificativa para deixarmos de lado estes pequenos sacrifícios, pois eles também servem para treinar a nossa alma para renunciarmos às nossas vontades para servimos a Deus e ao próximo”.

A Quaresma, observou ainda ele,  representa os 40 dias de vivência no calvário até a morte e ressureição de Jesus.

“Ele morreu para nos salvar dos nossos pecados e ressuscitou para que um dia possamos, nós também, ressuscitar para a vida eterna… Por isso na Quaresma somos chamados a oferecer pequenos sacrifícios, para nos unir ao grande sacrifício de Cristo no Calvário. Como diz São Paulo, completamos em nós as tribulações de Cristo. Por isso, muitos renunciam à carne, as guloseimas ou realizam outras formas de penitência neste período”, concluiu.

Repórter MT


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