Para melhorar renda, mulher aluga o marido para serviços sexuais

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O LIBERAL

Para melhorar a renda familiar, uma mulher decidiu anunciar um serviço inusitado no Instagram. “Estou vendendo o meu marido para que vocês usem como quiserem. Por quê? Porque o serviço dele não é essencial, mas ainda, sim, é essencial pagar as contas, aluguel e manter a sanidade em meio ao caos. Por este motivo, se você quiser ter qualquer momento com ele ou nos ajudar de qualquer forma, aceitamos”, escreveu.

 

Lola Steinhot, como Jaqueline Lima é conhecida nas redes sociais e no mundo, conta que teve essa ideia pensando em como poderia melhorar a situação financeira em casa e acabou “unindo o útil ao agradável”. Ela está em um relacionamento há dois anos com Dom Rabbit, como o marido é conhecido. Ele é barbeiro, mas precisou paralisar os trabalhos por conta das medidas de restrição da fase emergencial implantada em São Paulo em março.

Desde que fizeram o anúncio dos serviços do Dom, eles receberam apenas a proposta de uma mulher oferecendo R$ 300 em troca de “algo íntimo e sexual”. Para contornar essa situação, Lola planeja fazer mais publicações no Instagram para divulgar o serviço e conquistar clientes.

Ao contrário de Dom, Lola não está interessada em trabalhar como dominatrix ou se alugar para pessoas interessadas. Ela explica que já trabalhou com sessões de dominação no passado, mas não tem mais vontade de retornar à atividade. O principal motivo que a fez desistir de ser dominatrix foram as pessoas fazendo ofertas como se ela estivesse em leilão. Lola explica que não gosta de algumas práticas sexuais, como uma pessoa urinando nela.

 

“Você pode pagar rios de dinheiro que para mim não está ligado a isso. Tenho que sentir prazer no que eu estou fazendo, por mais que eu esteja sendo paga não é só o prazer financeiro que vai me atender. Se não tiver prazer sexual eu não faço. Não estou a leilão, eu vou fazer de acordo com o que me agrada”, diz.

Relacionamento Aberto

Lola e Dom não se enxergam como um casal monogâmico e acreditam que alugar Dom não vai afetar o relacionamento. Eles explicam que a base do casamento deles é o diálogo e que o principal, para eles, é poder conversar sobre seus desejos e vontades sem medo do julgamento. Porém, tudo que forem fazer precisa ser combinado previamente e agradar aos dois.

“Não vou deixar de amar ele porque eu estou vendendo ele, até porque sou eu quem está colocando ele à disposição das pessoas. Mesmo se fosse ele se colocando à disposição eu não teria ciúmes. É você saber dividir o que é profissional e o que é realmente sacanagem. O que a gente está fazendo é algo profissional que vai envolver sacanagem, está tudo bem”, conclui.

Repórter MT


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