Tribunal de Justiça desiste de torrar R$ 7 milhões com construção de gabinetes para desembargadores

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DA REDAÇÃO

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) rescindiu o polêmico contrato de R$ 7 milhões com a empresa Castell Engenharia para a construção de gabinetes que seriam utilizados por nove novos magistrados que completariam o quadro de desembargadores.

Maria Helena Póvoas assumiu o cargo de presidente do TJMT em janeiro deste ano, quando ressaltou que sua administração vai priorizar a reestruturação da 1ª instância e a qualidade dos serviços prestados pelo Primeiro Grau de Jurisdição.

Maria Helena anunciou que vai investir os recursos humanos e financeiros “à adequada estruturação do Primeiro Grau de Jurisdição”, ampliando os espaços físicos, contratando juízes e servidores para garantir a eficácia dos serviços prestados.

Na verdade, a decisão ocorre após uma série de críticas devido ao momento de crise que os mato-grossenses vivem durante a pandemia. A ideia é evitar desgastes.

Repórter MT


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