24°C 40°C
Cuiabá, MT
Publicidade

Debate aponta falta de pessoal no TRT-2 e possibilidade de nomear concursados

A falta de pessoal no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, de São Paulo, foi tema de debate na Comissão Mista de Orçamento (CMO) nesta terça...

18/08/2026 às 16h38
Por: Redação Fonte: Agência Senado
Compartilhe:
O assunto foi tema da audiência pública promovida pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) - Foto: Saulo Cruz/Agência Senado
O assunto foi tema da audiência pública promovida pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) - Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

A falta de pessoal no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, de São Paulo, foi tema de debate na Comissão Mista de Orçamento (CMO) nesta terça (18). A deputada federal Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP) disse que há um déficit de 488 servidores e que, por isso, é preciso nomear concursados.

Luciene destacou que o tribunal, também chamado de TRT-2, responde por 19% dos processos trabalhistas do país e acumula quase 1 milhão de processos pendentes.

Segundo a comissão de aprovados no último concurso para esse tribunal, há cerca de 5,3 mil aprovados aguardando nomeação.

Ao defender a convocação imediata de concursados, a deputada afirmou que as nomeações estão previstas na Lei Orçamentária de 2026. Ela também ressaltou que a falta de pessoal compromete o acesso à Justiça, especialmente para populações vulneráveis.

— A convocação dos concursados é urgente. A efetividade do TRT-2 importa porque ele tutela direitos de natureza alimentar e enfrenta violações que incidem com mais intensidade sobre as populações mais vulneráveis. O déficit de pessoal compromete a capacidade de resposta à sociedade — salientou Luciene.

Adoecimento

Integrante da comissão de aprovados no último concurso do TRT-2, Fernanda Coimbra de Lima declarou que a falta de servidores nesse órgão aumenta a sobrecarga laboral e o número de adoecimentos, "justamente numa casa que deveria zelar pelo ambiente de trabalho".

— Isso resvala no cidadão, que é afetado com uma demora processual; na empresa, que vive numa incerteza constante; no advogado, que não sabe quando o processo vai findar e quando receberá seus honorários. Há uma gama de entes afetados. A Justiça do Trabalho não pode ser abandonada — protestou ela.

O debate também contou com a participação do deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL-SP); da representante do Sindicado dos Trabalhadores do Judiciário de São Paulo, Camila Gradim; e da coordenadora-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal, Luciana Carneiro.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Cuiabá, MT
37°
Tempo limpo

Mín. 24° Máx. 40°

35° Sensação
3.6km/h Vento
17% Umidade
0% (0mm) Chance de chuva
06h59 Nascer do sol
18h37 Pôr do sol
Qua 40° 23°
Qui 36° 22°
Sex 34° 20°
Sáb 38° 20°
Dom 41° 20°
Atualizado às 16h01
Publicidade
Publicidade
Economia
Dólar
R$ 5,21 +0,22%
Euro
R$ 6,04 +0,20%
Peso Argentino
R$ 0,00 -3,03%
Bitcoin
R$ 357,049,26 +0,48%
Ibovespa
166,334,86 pts -0.27%
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Lenium - Criar site de notícias